
Ronaldo Luis Nazario de Lima, ou simplesmente Ronaldo, 34 anos, deu hoje adeus à fenomenal carreira de jogador de futebol.
Em seus 18 anos como profissional, Ronaldo jogou por pelo Cruzeiro (93/94), PSV, da Holanda (94/96), Barcelona (96/97), Internazionale (97/2002), Real Madri (2002 a 2007), Milan (2007 a 2008) e Corinthians (2009 a 2011). Na Seleção Brasileira jogou de 1994 a 2006, onde marcou 62 gols em 97 jogos (é o segundo maior artilheiro, atrás apenas do Rei Pelé). Disputou 4 Copas do Mundo, ganhou 2 e é o maior artilheiro da história das Copas com 15 gols.
Ao longo de sua carreira Ronaldo sofreu seguidas lesões e várias operações, foi foco de várias polêmicas, mas o que realmente marca sua carreira e o deixa como grande exemplo é sua superação. Parar é difícil para todos. Imagine então o tamanho do drama para quem sempre pareceu invencível, imune aos limites do corpo. Ao decidir encerrar a carreira, Ronaldo diz ao mundo que até para um Fenômeno a cota de superações tem limites.
O momento mais sublime da carreira do Fenômeno - os braços abertos após marcar o segundo gol na final da Copa de 2002 - parecia obra de ficção para quem em abril de 2000 chocou o mundo ao desmoronar no Estádio Olímpico de Roma. O tendão patelar do joelho direito estava escancaradamente rompido. A imagem era forte, e o grito de desespero com a camisa da Inter contra a Lazio pela final da Copa da Itália, não deixava dúvidas do tamanho da dor. Parecia o fim.
Ronaldo voltou após um ano e três meses parado e só voltou a jogar na Seleção três meses antes da Copa. Felipão decidiu apostar suas fichas no R9 e o resultado todos nós conhecemos.
Uma famosa peça publicitária de 2003 mostrava a volta por cima de Ronaldo com o slogan "Brasileiro não desiste nunca". A música tema era "Tente Outra Vez", de Raul Seixas. Ele já tentou mais do que o suficiente.
Ronaldo é um exemplo de garra e dedicação, um verdadeiro guerreiro, superou a tudo e a todos. O triste é que quando ele mais precisou nós, brasileiros, viramos as costas pra ele e o condenamos. É o que aconteceu agora, quando decidiu encerrar a carreira não só pelas dores, mas também pelas duras críticas de alguns terroristas fundamentalistas corintianos. Mas isso agora é passado. Valeu Ronaldo, valeu Fenômeno!
Em seus 18 anos como profissional, Ronaldo jogou por pelo Cruzeiro (93/94), PSV, da Holanda (94/96), Barcelona (96/97), Internazionale (97/2002), Real Madri (2002 a 2007), Milan (2007 a 2008) e Corinthians (2009 a 2011). Na Seleção Brasileira jogou de 1994 a 2006, onde marcou 62 gols em 97 jogos (é o segundo maior artilheiro, atrás apenas do Rei Pelé). Disputou 4 Copas do Mundo, ganhou 2 e é o maior artilheiro da história das Copas com 15 gols.
Ao longo de sua carreira Ronaldo sofreu seguidas lesões e várias operações, foi foco de várias polêmicas, mas o que realmente marca sua carreira e o deixa como grande exemplo é sua superação. Parar é difícil para todos. Imagine então o tamanho do drama para quem sempre pareceu invencível, imune aos limites do corpo. Ao decidir encerrar a carreira, Ronaldo diz ao mundo que até para um Fenômeno a cota de superações tem limites.
O momento mais sublime da carreira do Fenômeno - os braços abertos após marcar o segundo gol na final da Copa de 2002 - parecia obra de ficção para quem em abril de 2000 chocou o mundo ao desmoronar no Estádio Olímpico de Roma. O tendão patelar do joelho direito estava escancaradamente rompido. A imagem era forte, e o grito de desespero com a camisa da Inter contra a Lazio pela final da Copa da Itália, não deixava dúvidas do tamanho da dor. Parecia o fim.
Ronaldo voltou após um ano e três meses parado e só voltou a jogar na Seleção três meses antes da Copa. Felipão decidiu apostar suas fichas no R9 e o resultado todos nós conhecemos.
Uma famosa peça publicitária de 2003 mostrava a volta por cima de Ronaldo com o slogan "Brasileiro não desiste nunca". A música tema era "Tente Outra Vez", de Raul Seixas. Ele já tentou mais do que o suficiente.
Ronaldo é um exemplo de garra e dedicação, um verdadeiro guerreiro, superou a tudo e a todos. O triste é que quando ele mais precisou nós, brasileiros, viramos as costas pra ele e o condenamos. É o que aconteceu agora, quando decidiu encerrar a carreira não só pelas dores, mas também pelas duras críticas de alguns terroristas fundamentalistas corintianos. Mas isso agora é passado. Valeu Ronaldo, valeu Fenômeno!